Peso, ou leveza?
Um incontornável clássico, um livro intemporal, paralelamente simples e complexo, leve e pesado, como a própria existência humana que procura retratar.
Marco na literatura existencialista que condensa nas suas páginas as consequências das paixões violentas, os triângulos amorosos, a Primavera de Praga, chapéus, as nossas inseguranças, a companhia que encontramos nos animais de estimação. Um livro que condensa nele a busca pelo sentido da vida, dado que o seu fim é fugaz e inefável, e reflecte sobre quanto pesa a alma.
Estamos perante um grande escritor que cria curtos mas densos capítulos que se lêem com admirável leveza. Como o próprio ser.
4.1
404 pág., BIS, LeYa

